Revista Mare Nostrum 7 (2016)

 

Lançamento: Número 07 da revista Mare Nostrum - Estudos sobre o Mediterrâneo AntigoISSN: 2177-4218

Baixe a versão integral deste número ou leia o índice detalhado abaixo.

 

 

I - Editorial

 

Com a edição número sete da Mare Nostrum implementamos algumas alterações no perfil e política editorial da Revista, bem como em sua plataforma, a fim de melhorar sua qualidade, aumentar sua periodicidade e ampliar sua visibilidade. Em outras palavras, a Mare Nostrum cresceu muito desde sua primeira edição e é chegada a hora de empreender algumas mudanças para acomodar a bagagem de experiências e aprendizados adquirida ao longo desses anos.

Algumas mudanças são novas, outras nem tanto. Por exemplo, artigos sobre temas variados que não possuem necessariamente o Mediterrâneo como objeto primeiro de discussão, mas que encontram no Mediterrâneo um pano de fundo sobre o qual explicita ou implicitamente se desenrolam seus problemas e questões, têm sido publicados desde a primeira edição da Revista (2010). Nesse sentido, nossa postura de abertura e estímulo a publicação de artigos das mais variadas disciplinas sobre quaisquer questões, temas, lugares e povos relacionados direta ou indiretamente ao mundo Mediterrâneo antigo, não constitui propriamente uma novidade. Antes, estamos formalizando em nível editorial uma prática realizada desde os primórdios da Revista. Há que se ressaltar que tal política não altera a identidade de nossa Revista, uma vez que entendemos o Mediterrâneo não apenas como objeto de análise mas também como uma das muitas “formas da história”. 

Mas há também muitas novidades. A partir de agora, a Mare Nostrum deixa de ter periodicidade anual para se tornar semestral. Também passamos a contar com uma nova plataforma, que possibilitará atingir maior rigor e praticidade no que diz respeito ao processo de submissão e avaliação de artigos, tanto por parte dos administradores da Revista quanto de seus usuários. A nova plataforma também oferece como recurso a possibilidade de um site bilíngue. Esse ponto é particularmente importante para a atual fase da Revista, uma vez que buscamos promover maior interdisciplinaridade e, principalmente, a internacionalização de seus debates.

Da mesma forma que o Mediterrâneo antigo era composto por redes diversas e complexas de conectividades, nós não podemos nos isolar das outras redes de conhecimento que existem ao redor do mundo. Assim, também nos propomos a realizar um esforço maior no sentido de ampliar o diálogo com colegas estrangeiros. Nosso primeiro passo nesse sentido foi tornar o inglês e o espanhol idiomas oficiais da Revista justamente com o português. O inglês foi escolhido por ser a língua acadêmica predominante. O espanhol também foi selecionado porque mantemos um forte desejo de nos aproximarmos da produção de nossos colegas da América Latina e pretendemos, dessa maneira, encorajar maior diálogo e debates locais.

Afim de marcar esse período de transformações, preparamos uma edição especial com autores convidados pertencentes à diferentes nacionalidades, áreas de especialização, tradições acadêmicas e instituições ao redor do mundo.

Os primeiros três artigos descrevem as trajetórias e muitos dos percalços pelos quais passaram inscrições e objetos do passado grego e mesopotâmio até suas configurações tais quais a conhecemos. O texto de Ivan Matijašić, “Scylax of Caryanda, Pseudo-Scylax, and the Paris Periplus: Reconsidering the Ancient Tradition of a Geographical Text”, tem como objeto o manuscrito "Paris Periplus", também conhecido como "périplo de Pseudo-Cílax". Seu objetivo é discutir a imprecisão da tradição antiga sobre a autoria do periplus, supostamente atribuido a Pseudo-Cílax, a fim de criticar uma corrente de pesquisadores que defende que o texto fora escrito por Cílax de Carianda, explorador e navegador grego que vivera no século VI a.C. Para tanto, Matijašić discute problemas históricos e filológicos relacionados com a geografia da costa do adriático e faz uma varredura nas referências ao navegador grego na antiguidade, procurando mostrar que já no final do século I a.C. é possível identificar a errônea atribuição do "Paris Periplus" à figura histórica de Cílax de Carianda. Tal erro, segundo o autor, se perpetuou por toda a antiguidade tardia até se cristalizar na escolástica bizantina e contaminar as produções modernas.


Na sequência, nós temos o artigo de María Dolores Casero Chamorro, “A souvenir from Nahur: A sample of “entanglement” in the reconstruction of the Mesopotamian Past”, que sugere a possibilidade de entendermos a narrativa sobre as origens, viagens e funções de algumas colunas feitas de cedro de Nahur como uma “biografia”, ou seja, como se os objetos fossem seres vivos. Para tanto, a autora realiza uma “biografia” da trajetória que vai do saque dessas colunas em Nahur até seu destino final em Ashur através do estudo das inscrições A.0.76.25 e VAT 16381. Baseando-se na teoria de entanglement proposta por Hodder (2012), Chamarro revela a complexa dinâmica e teias de relações que levaram aos usos e reusos materiais e simbólicos dessas colunas, bem como à preservação de sua história, a fim de oferecer ao leitor uma compreensão mais apurada do passado assírio.

Fechando esse bloco de artigos, nós temos o artigo de Paloma Guijarro Ruano que realiza um estudo de IG VII 58 do ponto de vista linguístico em “IG VII 53, an epigraphic rara avis in the corpus of Greek metrical inscriptions”. De acordo com a autora, IG VII 58 é uma espécie rara na tradição epigramática, pois o epigrama é geralmente atribuido ao poeta Simonides de Ceos quando nenhum de seus epigramas – até onde se sabe – foi preservado em um monumento. Ruano, então, revisita as principais interpretações literárias e históricas da inscrição e realiza uma análise da linguagem métrica das inscrições pré-helenísticas a fim de entender se/como métrica ajudou na preservação do epigrama. A partir da constatação de que métrica não foi importante nesse processo, a autora argumenta que tal singularidade é melhor explicada se considerarmos duas fases distintas da inscrição: uma na qual o epigrama foi originalmente composto e outra na qual houve a construção de um monumento no qual foi preservado. Isso teria feito com que essa  rara avis voasse muitos séculos, através de diferentes contextos epigráficos e literários, até chegar em nossos dias.

Partindo das “biografias” – tomando emprestada aqui a terminalogia adotada por Chamorro – e seguindo para outros horizontes do mundo antigo, nós temos o artigo de Aiste Celkyte, “Epicurus and Aesthetic Disinterestedness”. A autora discute o conceito de desinteresse estético e visa questionar premissas importantes associadas ao debate: a ideia de que os antigos tiveram apenas um interesse pontual e pouco desenvolvido acerca desse conceito e a ideia de que a discussão sobre desinteresse estético surgiu apenas no século XVIII, marcando a emergência da estética como disciplina. Para tanto, Celkyte analisa os trabalhos de Epícuro a fim de provar que, dadas as devidas ressalvas, os filósofos antigos não só possuíam um conceito de desinteresse estético semelhante ao nosso, mas que eles também o pensaram e o desenvolveram de forma cuidadosa e complexa.

No âmbito nacional, nós temos duas contribuições. A primeira é a de Christiane Teodoro Custodio, que discute as potencialidades dos Sistemas de Informação Geográfica (SIGs) para a arqueologia e seus impactos na forma como entendemos o passado. Como estudo de caso, a autora analisa as relações de interdependência entre as metrópoles e apoikias estabelecidas por colonos gregos na Sicília a partir do século VIII a.C. A segunda contribuição é a de Felipe Nascimento de Araújo com “Os coros musicais como lugar antropológico na sociedade ateniense no final do séc. VI a.C. através da análise imagética de cerâmicas áticas”. Partindo do conceito de “lugar antropológico” proposto por Marc Augé (2012), Araújo examina as representações dos coros musicais na iconografia das cerâmicas áticas do período arcaico (séculos VIII a VI a.C.) até o começo do século V a.C. e argumenta que elas exerceram um papel fundamental na formação do ideal igualitário de cidadania que se consolidaria com a reforma de Clístenes (508/7 a.C.).

Esta edição se encerra com três resenhas de livro. Camila Zanon avalia a tradução para o português do livro de Barbara Graziosi realizada por Claudia Gerpe Duarte e Eduardo Gerpe Duarte: Os deuses do Olimpo: Da Antiguidade aos dias de hoje, as transformações dos deuses gregos ao longo da história (The gods of Olympus: A history), originalmente publicado em 2014. Pedro Luís de Toledo Piza discute a abordagem do “Jesus histórico” por Reza Aslan em A vida e a época de Jesus de Nazaré. Gilson Santos, por fim, realiza uma apresentação do terceiro volume da coleção Bibliotheca Latina: Prosa técnica: Catão, Varrão, Vitrúvio e Columela de Matheus Trevizam, publicado pela Editora da UNICAMP.

 


 

 

II - Artigos

 

1. Scylax of Caryanda, pseudo-Scylax, and the Paris Periplus: Reconsidering the ancient tradition of a geographical text

Ivan Matijasic, Westfälische Wilhelms-Universität Münster, Seminar für Alte Geschichte/Institut für Epigraphik

Abstract: The Periplus preserved in the manuscript Parisinus suppl. gr. 443, and erroneously ascribed to Scylax of Caryanda (sixth century BC), is the oldest extant specimen of ancient Greek periplography: it belongs to the second half of the fourth century. In the present article, all the testimonies on the ancient tradition of both Scylax and the Paris Periplus are carefully evaluated. The aim is to determine when and why the Paris Periplus was mistakenly ascribed to Scylax and to clear any doubts on the alleged authorship of this ancient geographic work. The confusion, or the wilful falsification, is evident in Strabo: he knew of Scylax’s voyage in the East and at the same time was acquainted with the text of the Paris Periplus, which he ascribed to this famous ancient seafarer. Greek and Latin authors of the Roman Imperial age knew the Paris Periplus, but many followed slavishly the erroneous ascription to Scylax of Caryanda. When Marcianus of Heraclea in the early Byzantine age collected his corpus of ancient Greek geographers he also ascribed the Paris Periplus to Scylax, thus handing down the error to the copyist of the Paris. suppl. gr. 443.

Keywords: Ancient Greek geography; periplography; Scylax of Caryanda; Marcianus of Heraclea; Paris. suppl. gr. 443.

 


 

2. A souvenir from Nahur: a sample of “entanglement” in the reconstruction of the mesopotamian past

María Dolores Casero Chamorro, Universidad Complutense de Madrid, Consejo Superior de Investigaciones Científicas

Abstract: A.0.76.25 is not a common booty label inscription. The original has yet to be found, but its remembrance is integrated into a larger text, VAT 16381, recorded on a clay tablet, where it is quoted in lines 21 to 24. The circumstances and context in which this inscription has been transmitted present some peculiarities which make it an excellent example for analysis from the agency theoretical perspective. The study will draw on the model of “entanglement” proposed by Hodder (2012) with regard to the interactions and relations of dependence between the human and object spheres. This will provide a better understanding of looted objects and their role in constructing the Assyrian identity, through their life and the layers of meaning they contained for Adad-nirari I and Tukulti-Ninurta I, the Assyrian kings that possessed them, used them and contemplated them.

Keywords: Entanglement theory; cultural memory; Adad-nirari I; Tukulti-Ninurta I; cedar columns

 


 

3. IG VII 53, an epigraphic Rara Avis in the corpus of greek metrical inscriptions

Paloma Guijarro Ruano,  Institut de Sciences et Techniques de l’Antiquité, Université de Bourgogne Franche-Comté

Abstract: This paper aims to study the inscription published in IG VII 53 from a linguistic point of view. It consists of a prose section that includes an epigram dedicated to the Megarians fallen during the Persian Wars. The inscription was presumably composed in the fifth century BC, but the preserved text was not inscribed before the fourth century AD. After revisiting this text’s main scholarship, which has studied this inscription mainly from an archaeological, historical or literary approach, we apply a two-level linguistic analysis based on (a) the comparison of its linguistic data with epigraphical prose and other literary influences, and (b) the metrical constraints that could determine the choice between local and literary forms. As a complement to what current scholarship suggests, this methodological approach will allow us to distinguish to what extent it is possible to trace the original linguistic features of the earliest version of this epigram, as well as whether and how metrics contributed to preserve them.

Keywords: Epigram; Megara; dialects; metrics; Metrical inscription. 

 


 

4. Epicurus and aesthetic disinterestedness

Aiste Celkyte, Underwood International College, Yonsei University

Abstract: Aesthetic disinterestedness is one of the central concepts in aesthetics, and Jerome Stolnitz, the most prominent theorist of disinterestedness in the 20th century, has claimed that (i) ancient thinkers engagement with this notion was cursory and undeveloped, and consequently, (ii) the emergence of disinterestedness in the 18th century marks the birth of aesthetics as a discipline. In this paper, I use the extant works of Epicurus to show that the ancient philosopher not only had similar concepts, but also motivated them in careful and complex ways. I argue that, in the Epicurean theoretical framework, arts belong to the category of ‘merely natural’ desires, and this classification, combined with what we know of Epicurus’ rejection of art criticism, shows he had carefully worked out reasons supporting the idea that art ought to be approached terminally, rather than instrumentally. Finally, I compare the notion of aesthetic disinterestedness with Epicurus’ views on arts and argue that in many ways the latter are not inferior to the former, and therefore ought to belong to the history of aesthetics.

Keywords: Epicurus; aesthetics; desires; arts.  

 


 

5. Sistemas de informação geográfica, arqueologia da paisagem e geografia ontológica: possibilidades e desafios nos estudos das cidades gregas da sicília

Christiane T. Custódio, doutoranda em Arqueologia no Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo

Resumo: A arqueologia da paisagem é um dos campos privilegiados da arqueologia no que concerne à multiplicação de trabalhos que vêm contribuindo para um refinamento de conceitos, metodologias de investigação e importantes resultados no campo das ciências sociais. Não obstante, o terreno – a base sobre a qual se assenta a vida social, as construções, os caminhos e os abrigos – ainda não ocupa um lugar de destaque nas indagações dos arqueólogos, sobretudo como elemento fundamental da definição geográfica dos homens e das significações que dela decorrem. A natureza das cidades antigas também abrange resultados de escolhas conscientes e não conscientes, racionais ou irracionais e quaisquer modelos esquemáticos e universalmente válidos empregados na sua análise são inócuos, por certo. Ainda assim, alguns requisitos essenciais condicionam escolhas que se materializam na ocupação e nos contornos que a cidade adquire ao longo de sua existência. A tecnologia de sistemas de informação geográfica ocupa um espaço de destaque nas investigações, permitindo o ordenamento e a concatenação de fontes diversas, aumentando o potencial informativo dos dados. Adotar escalas de trabalho em níveis intra-local e regional separadamente e recortes temporais bem definidos constitui método adequado de execução da pesquisa. Buscaremos discutir o potencial das ferramentas e da metodologia aplicada ao estudo das estratégias de assentamento das fundações gregas na Sicília no período arcaico e respectivas dinâmicas sociopolíticas.

Palavras-chave: SIG; análise espacial; arqueologia; colonização grega.

Abstract: Landscape archaeology is one of the privileged fields of archaeology with regard to the multiplication of works that have contributed to refinement of concepts, research methodologies and important results in the field of social sciences. Nevertheless, the terrain – the basis for social life, buildings, roads and shelters – is not yet a prominent topic of debate among archaeologists, let alone its fundamental role in defining men geographically and the meanings resulting from this. The nature of ancient cities also results from choices which were conscious and unconscious, rational or irrational, in such a way that any schematic and universally valid approach would be innocuous. Yet, some essential criteria determine how decisions are materialized in the occupation of the space, as well as the shapes of the city throughout its existence. The technology of Geographic Information System has occupied a prominent place in archaeological research by providing more efficient methods for organizing and comparing data. To analyse scales at intra-local and regional levels individually and to establish a well-defined chronology is certainly an appropriate research approach. We propose to discuss the potential of GIS tools and methods for the study of settlement strategies of the Greek colonies in Sicily during the archaic period, and their sociopolitical dynamics.

Keywords: GIS; spatial analysis; archaeology; Greek colonization.

 


 

6. Os coros musicais como lugar antropológico na sociedade ateniense no final do séc. VI a.C. através da análise imagética de cerâmicas áticas

Felipe Nascimento de Araujo, mestrando do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (PPGH/UERJ)

Resumo: Através de uma abordagem da antropologia social, baseada no conceito de lugar antropológico de Marc Augé, este artigo pretende estabelecer uma breve análise de como os coros musicais se relacionam com a ideia de cidadania ateniense que se construiu a partir da tirania até as reformas de Clístenes. Esse contexto histórico caracteriza-se pela instauração da isonomia – governo baseado na igualdade dos cidadãos perante a lei (nómos) – e tem como algumas de suas características principais a participação popular na boulé, nos festivais cívicos e na falange hoplita. A função dos coros musicais como componente de formação da cidadania ateniense teria se dado a partir de sua relação com a falange hoplita e de sua presença nos grandes festivais cívicos que ocorriam desde o período da tirania (560-510 a.C.). Encontramos evidências dessas relações na documentação imagética das cerâmicas áticas, exemplificadas neste artigo pelo skýphos de autoria de Heron.

Palavras-chave: coro; performance; cerâmica; isonomia; século VI a.C.

Abstract: Based on Marc Augé’s concept of anthropological place, this article aims to establish a brief analysis of how musical choirs relate to the idea of Athenian citizenship that was built from the period of tyrannical rule until the reforms of Cleisthenes. This historical context is defined by the establishment of isonomy, that is, the government based on citizen’s equality in relation to the law (nómos). Participation in the boulé, civic festivals, and in the hoplite phalanx are examples of the social and political changes promoted by the new form of government. Choral performances’ function as a component in the constitution of Athenian citizenship identity seems to be related with both the development of the hoplite formation and choral performances’ presence in great civic festivals which had been held since the time of tyranny (560-510 a.C.). Evidence of these relations are found in the imagetic of Attic pottery, here exemplified in the analysis Heron’ skýphos.

Keywords: chorus; performance; pottery; isonomy; sixth century B.C

 


 

III - Resenhas

 

1. GRAZIOSI, Barbara. Os deuses do Olimpo: Da Antiguidade aos dias de hoje, as transformações dos deuses gregos ao longo da história. Trad. de Claudia Gerpe Duarte e Eduardo Gerpe Duarte. São Paulo: Cultrix, 2016, 294p. ISBN 978-85- 316-1348-7.

Camila Aline Zanon, doutora em Letras Clássicas pela Universidade de São Paulo e integrante do Laboratório de Estudos do Império Romano e Mediterrâneo Antigo (LEIR-MA/USP)

 


 

2. ASLAN, Reza. Zelota: A vida e a época de Jesus de Nazaré. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2013. 303 p. ISBN 9788537811528.

Pedro Luís de Toledo Piza, mestre pelo Programa de História Social da Universidade de São Paulo

 


 

3. TREVIZAM, Matheus. Prosa técnica: Catão, Varrão, Vitrúvio e Columela. Campinas: Editora da Unicamp, 2014, 248 p. ISBN 978-85-268-1088-4.

Gilson Santos, professor de Língua Latina, Literatura Latina e Filologia Românica no ILEEL-UFU/ Professor colaborador IEL-UNICAMP.